Morte do músico Índio Solari, referência do rock argentino, provoca comoção
Ele foi o líder do grupo Redonditos de Ricota Tinha 77 anos e sofria da doença de Parkinson desde 2016 Solari atraía multidões e era admirado em vários países da América Latina Messi sobre a morte do músico: "Sempre nos nossos corações"
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Ele foi o líder do grupo Redonditos de Ricota Tinha 77 anos e sofria da doença de Parkinson desde 2016 Solari atraía multidões e era admirado em vários países da América Latina Messi sobre a morte do músico: "Sempre nos nossos corações"
- O vocalista das bandas Patricio Rey e Redonditos de Ricota atraía multidões para seus shows
- Ele também teve sua banda solo, Índio Solari e os Fundamentalistas de Ar condicionado, que nasceu em 2004
- Em 2017, uma avalanche humana durante o espetáculo acabou deixando dois mortos
- O rock argentino é muito produtivo e ativo e costuma atrair uma romaria de fãs, como era o caso do Índio Solari
O vocalista das bandas Patricio Rey e Redonditos de Ricota atraía multidões para seus shows. Ele também teve sua banda solo, Índio Solari e os Fundamentalistas de Ar condicionado, que nasceu em 2004. A popularidade de seus concertos e o conglomerado de fãs que atraía terminaram algumas vezes em tragédias.
Em 2017, uma avalanche humana durante o espetáculo acabou deixando dois mortos. O rock argentino é muito produtivo e ativo e costuma atrair uma romaria de fãs, como era o caso do Índio Solari. As letras de suas canções tinham conteúdo político e social e poesias, declarações de amor.
A notícia de sua morte provocou forte comoção no mundo da música e entre políticos que o admiravam. Solari foi encontrado, sem vida, ao lado da piscina da casa onde morava no Parque Leloir, na localidade de Ituzaingó, como publica o Clarin em espanhol. Seus seguidores se reuniram, imediatamente, na Praça de Maio, em frente à Casa Rosada, para a realização das homenagens e despedida do cantor.
As aglomerações de fãs passaram a ocorrer também no interior do país. O movimento político kirchnerismo, reunido no partido União pela Pátria, que governou a Argentina antes da eleição de Javier Milei, pediu que o velório de Solari fosse no Congresso Nacional. Mas como informa a repórter do Clarín em espanhol, Jazmín Bullorini, a resposta foi negativa.
O argumento do presidente da Câmara dos Deputados, Martín Menem, foi a suposta “falta de infraestrutura, logística e segurança” para um evento desta magnitude. O músico era amigo da ex-presidente Cristina Kirchner e admirado por outros nomes opositores de Milei. Outros artistas nacionais tiveram velório no Congresso.
Foi o caso de Mercedes Sosa. Na Praça de Maio, seus fãs convocaram uma “missa ricotera”, com cânticos e lágrimas, em homenagem ao nome do grupo Redonditos de Ricota. Sobre la firma
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